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A busca da autorrealização leva o ser humano a encontrar meios para suprir suas necessidades mais íntimas de felicidade. Estar ou ficar feliz, independentemente do objetivo, é o grande x da questão. Nesse intuito, ser autorrealizado ou não impacta diretamente nas vidas pessoal e profissional. E aqueles que não se sentem realizados podem passar essa frustração para o próprio corpo, sobrecarregandoo com problemas psíquicos e, muitas vezes, até físicos. O bemestar integral está amplamente associado à felicidade, engloba a satisfação pessoal, não apenas no campo do trabalho, mas também particular, algo cada vez mais difícil de conciliar. E aqueles que conseguem equilibrar os ...
O presente trabalho não pretende ser apenas mais um livro de família. É uma obra que resgata não só a saga da família Gabardo, como também um pouco da história de dois países que se envolvem na trama apresentada. Não se procurou fazer aqui um trabalho com cunho comercial, mas apenas uma obra com caráter sentimental. Apresenta uma pequena resenha histórica da Itália, terra natal da família, da região do Vêneto, berço dos emigrantes, da província de Vicenza e finalmente do comune de Valstagna, de onde especificamente partiram os membros da família. Esboça-se um relato da viagem empreendida até a nova terra, o Brasil. Enumeram-se as colônias fundadas para abrigar os novos colonizadores. Finalmente, foca-se sobre o trabalho da família Gabardo, procurando resgatar sua ancestralidade e apresentando os imigrantes e seus descendentes. O livro pretende, além de resgatar a história dos dois países, tornar-se um elemento de reconhecimento das raízes para aqueles ligados à família que queiram ter uma pequena noção de suas origens.
É de conhecimento geral no Brasil que baianos, cariocas, gaúchos, paraenses, pernambucanos etc. podem ser reconhecidos pelos seus diferentes “sotaques”. Uma dessas marcas dialetais é a forma de pronunciarem certas vogais que precedem a sílaba tônica da palavra. Uns preferem, por exemplo, dizer culégio e filicidade; outros, côlégio e fêlicidade; e ainda outros, cólégio e félicidade. Por queisso acontece? Essas pronúncias se realizam ao acaso ou sistematicamente? Se seguem regras, estas são de igual natureza ou se distinguem conforme a região do país? Sempre foi assim? Como brasileiros e portugueses realizavam essas vogais nos séculos passados? Essas são algumas das questões que o livro Vogais pretônicas no Brasil: uma proposta de descrição a partir da fala de Salvador dá a conhecer ao público das áreas de Linguística e Letras.
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