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Public involvement has the power to promote an active circulation of media content and can generate economic and cultural value for organizations. The current perspectives on interactions between audiences, organizations, and content production suggests a relational logic between audiences and media through new productivity proposals. In this sense, it is interesting to observe the reasoning of audience experience through the concepts of interactivity and participation. However, there is a gap between the intentions of communication professionals and their organizations and the effective circulation and content retention among the audiences of interest, as well as the distinction between informing and communicating. Navigating Digital Communication and Challenges for Organizations discusses communication research with a focus on organizational communication that includes a range of methods, strategies, and viewpoints on digital communication. Covering a range of topics such as internal communication and public relations, this reference work is ideal for researchers, academicians, policymakers, business owners, practitioners, instructors, and students.
Em Lupicínio: uma biografia musical, Arthur de Faria mergulha em boas histórias que percorrem a vida do compositor: a infância no bairro da Ilhota, em Porto Alegre, a rotina boêmia e doméstica de Lupi, encontros memoráveis com Elis Regina, Elza Soares, João Gilberto e Caetano Veloso, e os bastidores de composições como "Se acaso você chegasse", "Nervos de aço", "Vingança" e "Cadeira vazia". A trajetória de Lupicínio Rodrigues, um compositor negro de classe média-baixa no sul do Brasil, é contada no contexto da censura na Era Vargas, do nascimento do samba e da música regional. Em marcos de celebração e esquecimento, a vida e a obra de Lupi se entrelaçam entre os depoimentos de parceiros musicais, amigos e familiares e as análises cuidadosas do autor sobre a genialidade das letras e melodias desse gigante da música popular brasileira.
"Da sempre tua" é uma correspondência entre C. e D., personagens da escritora Claudia Tajes e da psicanalista Diana Corso — que ora coincidem, ora se diferenciam das autoras. As duas embarcam numa conversa franca, carinhosa e bem-humorada em que relembram pequenas tragédias, exorcizam dramas e riem de si mesmas. As cartas revelam uma crescente intimidade que dá corpo-palavra à experiência compartilhada de ser mulher. Em certa medida, C. e D. são as autoras e também são cada uma das leitoras que as encontrarem nessas páginas. Entre ficção e relato pessoal, a troca entre amigas explora temas como culpa, envelhecimento, ciladas amorosas, memórias de vidas onde cabem dor, encantamento, neurose, graça e mistério. Um ensaio de Diana Corso fecha o volume, costurando o laço entre as personagens à importância íntima e coletiva das amizades femininas ao longo da história. Este livro é uma celebração profunda e afirmativa do vínculo entre mulheres, espaço afetivo de cuidado, partilha e acolhimento.
Made in Brazil: Studies in Popular Music serves as a comprehensive and thorough introduction to the history, sociology, and musicology of twentieth-century Brazilian popular music. The volume consists of essays by scholars of Brazilian music, and covers the major figures, styles, and social contexts of pop music in Brazil. Each essay provides adequate context so readers understand why the figure or genre under discussion is of lasting significance to Brazilian popular music. The book first presents a general description of the history and background of popular music in Brazil, followed by essays that are organized into thematic sections: Samba and Choro; History, Memory, and Representations; Scenes and Artists; and Music, Market and New Media.
Este livro retrata a jornada da Wap, empresa que se construiu no segmento de lavadoras industriais, enfrentou uma recuperação judicial e se transformou em uma empresa de tecnologia com crescimento médio de 40% ao ano. Fazer essa transformação — que ainda continua — obrigou a empresa a se confrontar com as teorias de administração e criar um modelo próprio de operação. Derrubar paredes e velhos conceitos, repensar o negócio e compreender que o consumidor é quem dá os caminhos do planejamento é um modelo em construção. Nesse processo, a inteligência artificial é mais do que uma bússola. Ela constrói o trabalho cotidiano que, mais do que uma trajetória definida, é um painel com uma rota que pode ser alterada velozmente a cada dia.
Ao longo de suas trajetórias à frente da Burithi, Carina Abud Alvarenga e Cinthya Soares Okawa têm ajudado incontáveis pessoas físicas e jurídicas a desenvolver essa habilidade, tão relevante e ainda tão pouco estudada, da comunicação orientada para gerar entendimento, construir confiança e aumentar a produtividade. Em "Conversando se entende", elas compartilham sua receita de abertura ao diálogo que transforma relações – e negócios.
Dedicado ao tema há quatro décadas, Luís Augusto Fischer oferece um novo jeito de contar a bela e complexa história da literatura brasileira: um modelo que dê lugar aos autores contemporâneos, à canção, à tradução, às redes sociais, à voz indígena, ao feminismo, à diferença. Falando das virtudes e limitações dos modelos estabelecidos por nomes exemplares da crítica literária, recorrendo aos historiadores e antropólogos recentes, contando a história dos livros que até hoje tentaram abarcar a trajetória da literatura do Brasil, o autor mostra o caminho. Uma obra fundamental para quem conhece bem o jardim em que floresceram Machado e Rosa, e imperdível para quem quer conhecê-lo melhor.
Por meio de uma linguagem simples e elucidativa, o autor faz um breve relato de todos os passos para se publicar um livro, tanto para autores independentes como para profissionais do ramo, pois aborda, de forma clara e objetiva, desde como escrever o texto para se publicar até a negociação com editoras tradicionais ou editoras prestadoras de serviços, além da participação em concursos literários e/ou sua autopublicação. Você ainda encontra neste guia: as etapas e o respectivo fluxograma de produção, dicas de como escrever seu livro, glossário do escritor e, inclusive, um apêndice com leis ligadas diretamente aos direitos de autor. Um conteúdo rico para que o leitor possa decidir conscientemente o que precisa para publicar seu livro definitivamente.
Durante séculos, pessoas neurodivergentes foram submetidas a julgamentos morais, confinamento e violência. Em "Ninguém é normal: como a cultura criou o estigma do transtorno mental", Roy Richard Grinker entrelaça os fios culturais e históricos que nos trouxeram até um momento em que os transtornos mentais e o sofrimento emocional se tornaram aspectos mais aceitos e visíveis da diversidade humana. Antropólogo e pesquisador, o autor narra e debate os progressos e contratempos da luta contra o estigma: as brutais práticas psiquiátricas do século 18, o surgimento da psicanálise, o surpreendente legado das guerras, a relação de povos não ocidentais com a neurodiversidade e a próp...
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