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Revista Tpm. Entrevistas e reportagens sobre comportamento, moda, beleza, viagem e decoração para mulheres que querem ir além dos manuais, desafiando os padrões. Imagem não é tudo.
Este livro narra a comovente história de uma cidade abandonada, já em ruínas, onde os últimos habitantes são um senhor de 92 anos, Dom Eleutério, sua esposa de 86 anos, Dona Conceição, e o coveiro, Seu Teodoro. A cidade ficará totalmente deserta quando o casal de velhos morrer e o coveiro cumprir seu compromisso de enterrar o último morador. Num clima de solidariedade, o casal aguarda a morte pacientemente e vai lembrando os bons e maus tempos, os fatos vividos, os afetos e os dramas que deram sentido à fascinante aventura de viver. Mas em meio à longa espera um imprevisto acontece, e o destino do casal toma rumos inesperados...
Qual teria sido, na realidade a participação dos alemães na formação do Rio Grande do Sul? Este extraordinário romance nos dá o primeiro painel de uma conturbada época Rio Grandense, sempre às voltas com o entrecortar de espadas e de lanças na demarcação das fronteiras nacionais. São imigrantes alemães vivendo as suas misérias e desencantos, suas conquistas, seus momentos de ternura e saudade, seu trabalho de sol a sol, suas desavenças, rancores e ódios. É o desespero de quem se vê de uma hora para outra, jogado em terras distantes. Castelhanos e índios, caudilhos e politiqueiros, soldados e prostitutas, formando o grande pano de fundo da vida dos que chegaram ao Brasil a...
Nas crônicas de Luís Henrique Pellanda, o centro de Curitiba é o cenário de histórias quase invisíveis, flagrantes do cotidiano que revelam o que há de perverso – e também de encantador – nas ruas anônimas de uma metrópole. O que pode escapar à percepção da maioria de nós é retido na memória do cronista. Assim nasce uma galeria de situações e personagens bastante particular: a prostituta que joga pétalas de rosas sobre a menina que dorme na praça; a alucinada estreia do filme The Doors no antigo Cine Plaza; um assassinato – cinco tiros na cara – bem debaixo da janela do autor; a macaca dançarina que hipnotiza o músico; a mocinha com o canivete, lembrança de um verão distante.
O rádio ainda é um veículo de comunicação que cativa as pessoas, pois faz companhia e mexe com o imaginário. A obra “Gol, gol, gol, um grito inesquecível na voz do rádio” faz uma homenagem a Milton Ferretti Jung, que, com sua locução impecável, reunia famílias em torno do rádio para se informarem por meio do Correspondente Renner. Mas é também exemplo de aventura incrível pela vida deste ícone do rádio desde o começo, com sua primeira narração improvisada, passando por uma juventude transviada, até a trajetória de sua carreira como locutor de notícias e narrador de futebol. Os guaibeiros, como são conhecidos carinhosamente os ouvintes da Rádio Guaíba, não foram esquecidos. Ao final de cada capítulo, há depoimentos escritos por eles que relatam o amor pela emissora.
"O homem dos seus sonhos năo cometeria a deselegância de se chamar Dejair ou usar alpargatas. Vocę morreria antes de pensar em ser infiel. Năo passa pela sua cabeça namorar alguém que vocę năo goste. E homem casado, nem pintado de ouro. Mais baixeza que isso, só participar de suruba. Bem-vinda ao clube das mulheres que só estăo esperando uma boa oportunidade para mandar suas teorias ŕs favas e passar a viver a vida como ela se oferece. Maria Ana, personagem do livro de estréia da Claudia Tajes, também sonha com o príncipe encantado, mas năo é fanática por contos de fadas: enquanto năo pinta o homem certo, ela vai se divertindo com os errados. Dez (quase) amores narra os encontros e desencontros de uma legítima 'mulher solteira procura', papel que todas nós já protagonizamos um dia. É divertidíssimo. Tem tiradas impagáveis. Puro entretenimento. Um livro reconfortante para quem acha que é o único ser humano do planeta que está sem programa pro sábado. Duvido que seja seu caso, mas se for, o exemplar que vocę tem em măos está aí mesmo pra lhe fazer companhia"
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Em seu primeiro livro de crônicas, a autora de A vida sexual da mulher feia expõe fragmentos bem-humorados de sua intimidade afetiva. Com a memória calorosa da infância e da família, a celebração das amizades, a leveza no modo de ver os relacionamentos amorosos e a observação afiada do cotidiano, Claudia Tajes nos mostra com muita graça como todos nós, a exemplo dela, somos feitos de carne, osso, carinho e neurose. Dividido em partes temáticas – Membros, Ventrículo Esquerdo, Hormônios, Calcanhar, Sistema nervoso e Tímpano –, o volume também brinda os leitores de Claudia com um Apêndice de histórias inéditas.