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A major rethinking of twentieth-century abstract art mobilized by the work of Brazilian artist Lygia Clark What would it mean to treat an interval of space as a line, thus drawing an empty void into a constellation of art and meaning-laden things? In this book, Irene Small elucidates the signal discovery of the Brazilian artist Lygia Clark in 1954: a fissure of space between material elements that Clark called “the organic line.” For much of the history of art, Clark’s discovery, much like the organic line, has escaped legibility. Once recognized, however, the line has seismic repercussions for rethinking foundational concepts such as mark, limit, surface, and edge. A spatial cavity th...
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Cristiane Souza Gonçalves vem, há tempos, contribuindo para atenuar a carência de estudos profissionais e bem--feitos sobre patrimônio cultural. Pesquisadora brilhante, que une teoria e prática com magistral desempenho, ela produziu este livro que marcou sua estreia como autora, e que agora recebe nova publicação pela Editora Unifesp. Esta obra, que se tornou referência nos estudos sobre patri mônio e que, agora, certamente alcançará novas gerações de estudiosos, é dedicada à compreensão das ações seminais de restauro em São Paulo pelo iphan. Para sua produção, originalmente sua dissertação de mestrado em Arquitetura e Urbanismo apresenta da à fau-usp, Cristiane Gonç...
Organizada em três eixos temáticos: Patrimônio cultural: perspectivas historiográficas Perspectivas políticas da preservação cultural: instrumentos e representações e Gestão do patrimônio cultural: inventários e educação, a obra oferece um diagnóstico pertinente da nova configuração do campo do patrimônio cultural na atualidade, sem a pretensão de estabelecer balanços. O livro reúne experiências e reflexões de historiadores, arquitetos, arqueólogos, museólogos, educadores e turismólogos em torno das questões que envolvem a ética e a política de preservação do patrimônio cultural no Brasil. Considerando-se a ampliação da noção de patrimônio e as novas dire...
Quando um contrato é firmado, ele representa segurança, previsibilidade e equilíbrio entre as partes. Mas e quando o imprevisível acontece? O que foi escrito ainda deve valer, ou a renegociação se torna um dever jurídico? Este livro mergulha nesse dilema fundamental do Direito Contratual, explorando como o risco pode transformar um acordo sólido em uma encruzilhada de incertezas. Com uma abordagem clara e instigante, o autor conduz o leitor por uma jornada que atravessa a essência da autonomia privada, o princípio da obrigatoriedade dos contratos e a liberdade contratual. Mas é nas situações extraordinárias que o Direito revela sua verdadeira complexidade: quando a cláusula rebus sic stantibus e a revisão judicial do contrato entram em cena, redefinindo os limites da segurança jurídica. O destino final desta obra é o ponto alto da discussão — o dever de renegociar. Afinal, até onde um contrato pode resistir ao inesperado sem se remodelar? Se você busca respostas para um dos desafios mais fascinantes do Direito, esta leitura é indispensável.
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Seteta de doze títulos para todas as idades, incluindo três comédias completas e Cidade-dormitório, técnicas e rotinas para escritores profissionais.